O desafio da indústria da moda para cumprir as metas de sustentabilidade.

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Com o assunto sobre sustentabilidade e empresas ESG em alta, a indústria fashion tem enormes comprometimentos para assumir práticas para um futuro mais verde.

    O setor fashionista é o terceiro mais poluente do mundo, ficando atrás apenas das construções e alimentos. Como foi reportado pelo Fórum Econômico Mundial, a indústria da moda é a responsável por cerca de 20% das águas residuais do mundo e 10% da emissão global de carbono, mais do que os voos internacionais e o transporte marítimo.

    Um exemplo de adaptação a essa nova era sustentável, em 2019, foi a marca de luxo Gucci, ela anunciou que se tornaria uma empresa carbon neutral, ou seja, uma grife totalmente livre de GEE (Gases de Efeito Estufa) em suas produções e operações. 

    Além disso, a marca acompanha inúmeros projetos de compensação e conservação florestal em países subdesenvolvidos, as chamadas REDD + (Reduzir as Emissões do Desmatamento e da Degradação Ambiental). Após o anúncio dessa nova estratégia sustentável, o CEO e presidente da Gucci, Marco Bizzarri, disse:

    “É uma estratégia clara para garantir que nos responsabilizamos por nossas emissões de GEE, e agimos para evitá-las, reduzi-las e restaurá-las, e então compensar as inevitáveis.” 

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