Por que Wall Street acha que o Metaverso vai valer Trilhões?

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O Metaverso pode ser considerado a “trend” mais importante em tecnologia desde o lançamento do primeiro Iphone ou pode ser o próximo fracasso da Dotcom, porém as empresas não querem correr o risco de perder tal oportunidade.

A ideia de Metaverso, moldada por um escritor de ficção científica na década de 90, pré-web, refere-se a um mundo 3D imersivo. Hoje, a tecnologia do Metaverso constitui-se nos aspectos mais viciantes e atraentes das redes sociais (bate-papo), jogos para celular (games do tipo pay-and-you-play-as-you-go) e cinematografia de sucesso de Hollywood (mundos imaginários que parecem quase reais). Na melhor das hipóteses, é uma maneira vibrante de contar histórias, construir novas comunidades e fazer transações. 

   Alguns acreditam que esse mundo imersivo 3D é o futuro dos jogos. Outros acreditam que o verdadeiro Metaverso, que pode demorar anos, transformará a forma como vivemos e trabalhamos.

   O argumento otimista de Wall Street para o Metaverso é expansivo. É um novo e brilhante mercado para varejistas e marcas de consumo alcançarem uma base global de clientes. A tecnologia cria uma maneira de trazer especialistas para solucionar remotamente falhas em grandes equipamentos industriais ou para integrar novas contratações.

   Entretanto, os grandes cifrões, até agora, vêm dos jogos. Como aponta o L’Atelier BNP Paribas , empresa de pesquisa e previsão do gigante bancário francês, a receita de jogos virtuais multijogador e plataformas de simulação virtual deve chegar a 129 bilhões de dólares em 2021, superando em muito a bilheteria global pré-COVID. A maior parte dessa receita vem de microtransações no jogo – seu avatar precisa do equipamento mais recente! E-commerce, publicidade e ativos digitais não fungíveis também estão ganhando terreno. 

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